Itabirito aprova Lei Felca para prevenir crimes de pedofilia e sexualização infantil

Nova legislação propõe campanhas educativas, capacitação de profissionais e criação de banco de dados para fortalecer a rede de proteção à infância e adolescência
O que é newsletter e por que ela virou companhia obrigatória na caixa de entrada

Um formato antigo de comunicação ressurgiu com força — e desta vez promete relação mais honesta entre quem escreve e quem lê.
Ouro Preto começa avançar no tratamento de esgoto depois de décadas

Primeira ETE inaugurada pela Saneoouro em agosto. Segunda, maior, está sendo construída. Promessa: 100% do esgoto da sede tratado até 2026
Ministério Público Itinerante chega em Ouro Preto com serviços e ações comunitárias

Iniciativa do MPMG oferecerá atendimentos jurídicos, emissão de documentos e rodas de conversa sobre temas sociais; evento conta com apoio da Prefeitura de Ouro Preto e parceiros locais.
MiniMovers: Quando o corpo fala

Um projeto transdisciplinar da UFOP que ensina crianças autistas e neurodivergentes a se reconhecerem através da psicomotricidade
Itabirito institui política para acolher crianças neurodivergentes em mudança de escola

Lei sancionada busca humanizar o processo de transição escolar e fortalecer o diálogo entre famílias e instituições de ensino, sem gerar custos adicionais ao município.
Hip-Hop aponta caminhos para construção de políticas públicas nas periferias, diz escritor

Autor do Livro Vermelho do Hip-Hop analisa a histórica perseguição à cultura negra e periférica na história do Brasil
Brasileiros abraçam a IA sem saber que a IA os abraça de volta

Uma pesquisa recente da Nexus mostra um Brasil em duas mentes sobre inteligência artificial. Metade (51%) acredita que IA toma melhores decisões que humanos. A outra metade (45%) ainda confia mais em julgamento humano. Parece equilíbrio. Não é. Os números revelam algo mais preocupante: os brasileiros usam IA o tempo todo, mas não sabem muito bem o que estão fazendo. A confiança que vem do desconhecimento Sessenta e três por cento dos brasileiros já usaram alguma ferramenta de IA. ChatGPT, recomendações do Netflix, filtros do Instagram, sugestões de compra — está em todo lugar. Mas quando perguntam por que confiam em IA, a resposta é frágil. Apenas 30% usam IA para compreender temas complexos. Os outros 70% usam para tarefas simples: buscar informações (48%), estudar (45%), criar conteúdos (41%), se divertir (39%). São usos superficiais, rápidos. Quem confia em IA (e por quê) A pesquisa revela padrão claro: não é democrático. Quem acredita em IA: Quem desconfia: Não é coincidência. Quem tem acesso (internet boa, educação, dinheiro) confia mais. Quem está longe dos centros urbanos desconfia mais. A IA não une o Brasil — ela divide. Como IA influencia suas compras (sem você perceber) Aqui está o dado mais preocupante: 37% dos brasileiros tiveram decisão de compra influenciada por IA. Pense no que isso significa. Você vê um produto recomendado no app de compras. Parece perfeito para você. Você compra. Mas quem escolheu? Não foi você. Foi um algoritmo que estudou seus hábitos, seus cliques, sua história de compra, até quanto tempo você olha para cada produto. O algoritmo conhece você melhor que você mesmo. E você acha que está fazendo escolha livre. Entre quem teve compra influenciada por IA: Os mais educados são os mais influenciados. Por quê? Porque têm mais acesso a IA sofisticada. Porque confiam que tecnologia é neutra. Porque acham que entendem o que está acontecendo (mas não entendem). Geração Z vive na IA sem saber Os jovens de 18 a 30 anos (geração Z) são os mais confiantes em IA. 64% acreditam que IA toma melhores decisões. E por quê? Porque cresceram com tecnologia. Para eles, é natural. Mas natural não significa seguro. Essa geração: Eles vivem dentro de bolhas criadas por IA. O YouTube recomenda vídeos similares. O TikTok mostra o que você quer ver. O Instagram te coloca com gente que pensa como você. Você acha que está explorando o mundo. Está em uma câmara de eco criada por algoritmo. E essa bolha molda decisões de compra, voto, relacionamentos, carreira. O abraço que você não viu vindo O título dessa matéria promete ironia: “Brasileiros abraçam a IA sem saber que a IA os abraça de volta”. É verdade. Você interage com IA pensando que está no controle. Mas IA está se aprendendo sobre você. Seus cliques, suas pausas, seu tempo gasto em cada página — tudo vira dado. Tudo vira entrada para algoritmo que te conhece melhor que você. 51% confia em IA. 70% não a entende. 37% teve compra decidida por IA sem perceber. A lição é: use IA, mas esteja ciente. Saiba que alguém — uma empresa, um algoritmo — está te observando. Saiba que suas decisões estão sendo influenciadas. Saiba que o algoritmo não é neutro. E exija transparência. Exija que empresas digam como seus dados são usados. Exija que IA seja regulada. Exija que você entenda o que está acontecendo. Porque no momento, a conversa é desequilibrada. IA conhece você. Você não conhece IA. As informações podem ser consultadas no site da Nexus
Homens de 50 a 64 anos são maioria entre os que aguardam transplante de fígado

Mais de 2,3 mil pessoas esperam por um transplante hepático no país, segundo o Ministério da Saúde; apenas em 2025, cerca de 2 mil cirurgias já foram realizadas.