Faop devolve 11 imagens sacras à Igreja de São Bartolomeu, incluindo obra atribuída ao Aleijadinho

Imagens do século 18 voltam aos retábulos da Igreja de São Bartolomeu, em restauração desde 2024
Câmara de Ouro Preto reúne Rota da Liberdade para debater impactos da BR-356 nos municípios

Rota da Liberdade diz que áreas para desapropriação não estão definidas e não haverá truculência
Na Copa do Mundo, a paixão pelo futebol terá uma forte concorrente: a obsessão pelas apostas

David Nemer, University of Virginia Desde 1958, a Copa do Mundo é muito mais do que um evento esportivo para o Brasil. Faz parte da identidade do país. Mas a partir do próximo dia 11 de junho, quando começar a Copa dos EUA, México e Canadá, as dezenas de milhões de brasileiros que acompanharão os jogos pela TV e internet vão compartilhar – pela primeira vez em larguíssima escala – um outro tipo de emoção além da felicidade das vitórias e a frustração das derrotas: a perigosa roleta-russa emocional e financeira das apostas. Durante a maior parte da história do futebol, torcedores de todo o mundo comemoravam gols, grandes defesas, jogadas habilidosas, viradas e vitórias. Agora, plataformas online dividiram o jogo em centenas de pequenas apostas financeiras. Os torcedores podem apostar no placar final, mas também em cartões amarelos e vermelhos, escanteios, laterais, chutes a gol, defesas, faltas e quase todas as estatísticas que o jogo produz. Essa mudança altera o que o futebol significa emocionalmente para muitos de seus torcedores. Por exemplo: alguém pode torcer por um escanteio contra o próprio time se isso ajudar na aposta. Pode-se torcer para que um zagueiro receba um cartão amarelo, mesmo que isso seja ruim para o time. Alguns podem se importar menos com como o Brasil está jogando e mais com quanto tempo de acréscimo haverá para ter outra chance de ganhar uma aposta. Não se trata simplesmente de tornar a partida mais divertida. Isso transforma a paixão pelo esporte em uma transação. A magia do futebol vem de todos compartilharem a mesma esperança por um gol. As apostas quebram esse vínculo. Agora, uma falta não é apenas uma falta, é uma chance de ganhar dinheiro. Um escanteio se torna uma forma de lucrar. Apostas e custos sociais Isso é especialmente importante no Brasil, onde as apostas online agora fazem parte do dia a dia de muitas pessoas. As apostas com odds fixas se tornaram legais em 2018, mas a regulamentação de verdade só veio muito depois. Entre 2018 e 2024, as empresas cresceram rapidamente em uma área cinzenta da regulamentação, enchendo o futebol e as redes sociais com anúncios de apostas. Quando o mercado foi regulamentado em 2025, as apostas já estavam em toda parte. Os números revelam o quão grande isso se tornou. Em 2025, o Brasil ficou em quinto lugar no mundo em receita de apostas online — os Estados Unidos ficaram em primeiro, seguidos pelo Reino Unido, Itália e Rússia. Integrantes de cerca de 26,3% dos lares brasileiros fizeram algum tipo de aposta esportiva. No ano passado, 39,5 milhões de brasileiros utilizaram plataformas de apostas. Só no primeiro trimestre de 2025 os sites de apostas no Brasil registraram mais de 5 bilhões de visitas — mais de 650 por segundo. Dados do Banco Central mostraram que os brasileiros movimentavam até R$ 30 bilhões (US$ 6 bilhões) por mês por meio dessas plataformas. Os custos sociais são evidentes. Dezenove por cento dos apostadores, cerca de 7,5 milhões de pessoas, afirmaram ter gasto dinheiro com jogos de azar de forma a comprometer sua renda de subsistência. Quarenta e um por cento abriram mão de outras compras para apostar. Dezessete por cento deixaram de pagar uma conta para jogar. Vinte e nove por cento acabaram em listas de inadimplentes por causa das apostas. O gasto médio mensal foi de R$ 187, e para os apostadores de baixa renda, foi de R$ 151,98. Para famílias pobres, esse dinheiro poderia ter sido melhor gasto em alimentação, transporte, fraldas, luz ou aluguel. E isso não é um problema exclusivamente brasileiro. Uma pesquisa nos EUA descobriu que quase um terço dos apostadores da Pensilvânia está em risco de desenvolver problemas com o jogo. Na Austrália, os danos causados pelo jogo provavelmente são subnotificados, enquanto no Reino Unido uma pesquisa mostrou que os jogadores não compreendem o verdadeiro custo das chamadas “apostas grátis” — ofertas como bônus de boas-vindas no primeiro depósito e outros incentivos financeiros. Ligações com a masculinidade Nas favelas do Brasil, apostar raramente é apenas um passatempo, como observei durante dois anos de trabalho de campo em comunidades carentes da cidade de Vitória, capital do Espírito Santo. As pessoas veem isso como uma esperança — uma maneira de esticar um pouco o dinheiro quando os salários não são suficientes. Um jovem me contou que começou a apostar porque um colega de trabalho disse que um aplicativo “dava dinheiro”. Ele resumiu assim: “quem não quer ganhar dinheiro hoje em dia?”. Outro destacou que as pessoas só compartilham seus ganhos, não suas perdas. Muitos sabiam que as probabilidades estavam contra eles. Como disse uma pessoa: “quem realmente ganha são os donos das plataformas”. As apostas em futebol também estão ligadas a noções de masculinidade. Muitos dos jovens com quem conversei viam as apostas esportivas como uma forma de mostrar seu conhecimento, controle e habilidade sobre o tema. Apostar no futebol era prova de que você entendia de times, desempenho, posse de bola, rivalidades e odds. Barbearias e grupos do WhatsApp se tornaram lugares onde os homens compartilham dicas e conselhos. Uma pessoa me disse que apostar era mais comum entre os homens porque se trata de futebol; outra disse que os jovens “vão mais fundo”, arriscando mais dinheiro para ganhos maiores. Não é que as mulheres não apostem; elas apostam. Mas as apostas em futebol costumam carregar uma imagem masculina: o homem como especialista, estrategista e provedor. Quando o dinheiro está curto, as apostas dizem aos jovens que eles podem transformar conhecimento de futebol em dinheiro, e dinheiro em orgulho. Perder é vergonhoso, então os ganhos são exibidos, e prejuízos são mantidos em segredo. Essa demonstração de controle esconde o fato de que a plataforma é quem realmente manda. Regras e regulamentações mais rígidas A Copa do Mundo de 2026 tornará tudo isso ainda maior. Haverá jogos diários, orgulho nacional, anúncios com celebridades, dicas de influenciadores, links de apostas, transferências instantâneas de dinheiro via pix e mercados ao vivo durante os jogos. O
A arte que resiste: Ouro Preto investe R$ 67 mil para salvar o ofício das bordadeiras e rendeiras

(foto: Prefeitura de Ouro Preto/Divulgação) Em cada ponto cruz, em cada renda de bilro e em cada bordado que nasce das mãos das mulheres de Ouro Preto, há mais do que técnica: há séculos de história e identidade. Reconhecido como Patrimônio Imaterial do município desde 2019, o ofício das bordadeiras e rendeiras é um dos tesouros mais delicados da nossa cultura, mas que enfrenta o desafio do tempo e do esquecimento . Para garantir que esse saber não se perca, a Prefeitura de Ouro Preto oficializou o repasse de R$ 67.800,00 por meio do Termo de Fomento nº 32/2026 . O recurso será destinado ao SIAME (Serviço Interprofissional de Atendimento à Mulher) para a execução do projeto “Realização da Salvaguarda do Ofício de Bordadeiras e Rendeiras de Ouro Preto”. Um Mês de Celebração e Prática Maio é o mês dedicado a essas artistas em Ouro Preto, com uma programação intensa que convida o morador a conhecer e até a experimentar o ofício. Se você passar pelo Centro ou pelos distritos, poderá encontrar diversas atividades: •Exposição “Fios de Ouro”: No Museu Casa dos Contos (Sala Vicente Vieira da Mota), uma mostra artística revela a beleza e a complexidade dos trabalhos produzidos na região. A visitação acontece de 13 a 23 de maio . •Borda-Feira: No dia 23 de maio, o Largo do Cinema recebe uma feira especial de comercialização, das 9h às 16h. É a oportunidade perfeita para valorizar o trabalho local e levar uma peça única para casa . •Agulhaço: Também no dia 23, no Largo do Cinema, acontece uma oficina e prática coletiva de bordados e rendas. É um momento de troca de saberes onde veteranas e iniciantes se encontram para manter a tradição viva . Um Saber em Risco? Embora o bordado seja uma marca registrada da região, o ofício é considerado frágil. Ele depende da transmissão oral e prática de geração em geração — as famosas “rodas de bordado”. Com a mudança nos hábitos de vida e a falta de incentivo financeiro, muitas jovens deixam de aprender a arte, o que coloca em risco a continuidade desse patrimônio imaterial . O projeto de salvaguarda, que terá duração de oito meses, visa justamente criar mecanismos para que esse conhecimento continue vivo. Isso inclui desde o registro das técnicas até ações que valorizem as artesãs como detentoras de um saber único. Quem são as Guardiãs dessa Tradição? As bordadeiras e rendeiras de Ouro Preto atuam em diversos bairros e distritos, muitas vezes organizadas em grupos comunitários. Elas são mulheres que transformam o cotidiano em arte, mantendo viva uma tradição que remonta ao período colonial, mas que ganhou contornos próprios nas montanhas de Minas. O financiamento público para essa pauta cultural é um reconhecimento de que o patrimônio de Ouro Preto vai muito além das igrejas e casarões de pedra. Ele reside, sobretudo, no “fazer” do seu povo. Ao investir na salvaguarda desse ofício, a cidade protege não apenas um produto artesanal, mas a alma e a memória das mulheres que, ponto a ponto, ajudaram a costurar a história de Ouro Preto.
SAAE de Mariana prevê contratação de quase R$ 5,9 milhões em mão de obra terceirizada

O Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) de Mariana publicou no Diário Oficial a intenção de adesão a uma ata de registro de preços para contratação de mão de obra terceirizada no município. O valor previsto para os contratos é de R$ 5.879.675,04 pelo período de 12 meses. Segundo a publicação, a adesão será feita a partir de ata vinculada ao Consórcio Intermunicipal de Saúde e Serviços do Alto do Rio Pará (Cispará), com previsão de contratação de profissionais para diferentes funções operacionais e técnicas. Entre os cargos previstos estão: O aviso foi publicado como “intenção de adesão” à ata de registro de preços, mecanismo utilizado pela administração pública para aderir a contratos já licitados por outros órgãos ou consórcios. A medida levanta discussões sobre a ampliação da terceirização em serviços públicos municipais, especialmente em áreas operacionais estratégicas do SAAE.
Cachoeira do Campo vai ganhar segunda UBS com recursos federais liberados pelo Ministério da Saúde

Recurso liberado pelo Ministério da Saúde; nova UBS terá equipe odontológica e multiprofissional Cachoeira do Campo vai ganhar mais uma Unidade Básica de Saúde. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, assinou a liberação da UBS da Vila Alegre, ao lado do CAIC, em Governador Valadares — recursos destinados especificamente ao distrito de Ouro Preto. O anúncio foi feito pelo prefeito Angelo Oswaldo nas redes sociais. Com a nova unidade, Cachoeira do Campo passará a contar com duas UBSs — a do Alto da Beleza e a da Vila Alegre — e uma policlínica, que funcionará como centro de referência do sistema local de saúde. A estrutura da Vila Alegre será do tipo 3, o padrão mais completo na classificação do Ministério da Saúde para unidades básicas: tem capacidade para receber até três equipes de Saúde da Família e inclui, além da equipe básica de médico, enfermeiro e técnico de enfermagem, equipe odontológica e equipe multiprofissional. “Não só a equipe básica de médico, enfermeiro e técnico, mas vai receber também equipe odontológica, equipe multiprofissional, garantindo um acesso mais perto e mais integral aqui para a população”, explicou o secretário municipal de Saúde, Leandro Moreira. O terreno onde a UBS será construída tem uma história que o prefeito fez questão de registrar no anúncio. O vereador Vantuir Silva ajudou a preservar a área, impedindo que fosse vendida em 2018. “Não deixando vender esse terreno, hoje a gente vai ter uma proporção de poder chegar vários equipamentos, talvez, da saúde para a nossa região de Cachoeira do Campo”, disse o vereador no vídeo. Cachoeira do Campo é o maior distrito de Ouro Preto e um dos que mais cresce em população. A ampliação da rede básica de saúde no distrito é uma demanda antiga — a policlínica e as duas UBSs formam juntas a estrutura que a Prefeitura vinha projetando para atender o volume crescente de moradores. 📋 UBS Vila Alegre — Cachoeira do Campo Localização: Vila Alegre, ao lado do CAIC, Cachoeira do Campo Tipo: UBS tipo 3 — padrão mais completo do Ministério da Saúde Capacidade: Até 3 equipes de Saúde da Família Equipes previstas: Médico, enfermeiro e técnico de enfermagem + odontologia + multiprofissional Recurso liberado por: Ministério da Saúde — ministro Alexandre Padilha Contexto: Segunda UBS do distrito; junto com a do Alto da Beleza e a policlínica, forma a rede básica de saúde de Cachoeira do Campo
Faltam 9 dias: tudo o que você precisa saber para regularizar o título de eleitor antes do prazo

Cadastro eleitoral fecha em 7 de maio; quem estiver irregular perde o voto em outubro e muito mais Faltam menos de dez dias. O prazo para tirar o primeiro título de eleitor, transferir o domicílio eleitoral, atualizar dados cadastrais ou regularizar pendências com a Justiça Eleitoral encerra no dia 6 de maio de 2026. A partir de 7 de maio, o cadastro fecha e nenhuma solicitação referente às Eleições Gerais de outubro será mais aceita. Quem perder o prazo não vota — e enfrenta outras restrições que vão muito além das urnas. As eleições de 4 de outubro elegem seis cargos: presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, deputados estaduais e, no Distrito Federal, deputados distritais. O eventual segundo turno para os cargos majoritários está marcado para 25 de outubro. Para votar em qualquer um desses, o título precisa estar regular até 6 de maio. O fechamento do cadastro 150 dias antes do pleito está previsto no artigo 91 da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) e não admite exceções. Em 2025, mais de 5 milhões de títulos foram cancelados pela Justiça Eleitoral por ausência injustificada em três eleições consecutivas. Quem estava nessa situação já pôde regularizar desde então, mas o prazo definitivo é agora. O que fazer e como fazer A maioria dos serviços pode ser resolvida pela internet, sem sair de casa, pelo Autoatendimento Eleitoral do TSE — o sistema foi reformulado em abril e ficou mais simples de usar. Mas há uma exceção importante: quem não tem a biometria registrada na Justiça Eleitoral precisou iniciar o pedido online até 6 de abril e ainda precisa comparecer ao cartório para o cadastramento presencial até 6 de maio. Quem registrou a biometria mas não a utilizou há mais de dez anos também precisa refazê-la presencialmente. Para regularizar um título cancelado, o primeiro passo é consultar a situação pelo Autoatendimento Eleitoral ou pelo aplicativo e-Título. Atenção: quem está com o título cancelado não consegue acessar o e-Título. Nesse caso, é preciso ir direto ao site do TSE. Se houver multas pendentes — R$ 3,51 por turno em que a pessoa deixou de votar sem justificativa —, o pagamento é feito antes do pedido de regularização, por boleto, Pix ou cartão de crédito. Depois, basta preencher o requerimento de revisão e enviar os documentos: documento de identificação com foto, comprovante de residência e uma selfie segurando o documento. Para tirar o título pela primeira vez, o procedimento é parecido. O pedido pode ser feito pelo Autoatendimento ou diretamente no cartório eleitoral. Jovens a partir de 15 anos já podem solicitar o documento, desde que completem 16 anos até o dia 4 de outubro — para eles, o voto em outubro será facultativo. Por que isso importa além do voto Muita gente subestima as consequências de estar irregular com a Justiça Eleitoral porque acha que o pior que pode acontecer é não votar. Não é bem assim. Com o título cancelado ou em situação irregular, o eleitor fica impedido de se inscrever em concurso público ou tomar posse em cargo público, obter passaporte ou carteira de identidade, receber salário ou proventos se for servidor público, fazer matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo, contrair empréstimos em instituições públicas e praticar qualquer ato que exija quitação eleitoral. A lista está prevista no Código Eleitoral e é longa. O serviço de regularização é gratuito. O único custo possível é o pagamento das multas por ausências anteriores, que somam R$ 3,51 por turno. Para quem nunca votou e tem mais de 18 anos, o custo depende de quantas eleições foram perdidas. O valor total raramente passa de R$ 30, mas a situação irregular pode custar muito mais do que isso em concurso reprovado ou documento bloqueado. 🗳️ Resumo — o que fazer antes de 6 de maio Tirar o 1º título: Autoatendimento Eleitoral (tse.jus.br) ou cartório eleitoral — documento com foto e comprovante de residência Transferir domicílio: Autoatendimento Eleitoral — quem mudou de município e quer votar no novo endereço Atualizar dados (nome, endereço, foto): Autoatendimento Eleitoral Regularizar título cancelado: 1. Pague as multas (Pix, boleto ou cartão); 2. Preencha requerimento de revisão; 3. Envie documentos — tudo pelo Autoatendimento Biometria sem cadastro: Comparecer ao cartório eleitoral até 6 de maio — agendamento recomendado Multa por ausência: R$ 3,51 por turno não comparecido sem justificativa 📅 Datas importantes — Eleições 2026 6 de maio: Último dia para regularizar o título, tirar, transferir ou atualizar dados 7 de maio: Cadastro eleitoral fecha para as Eleições 2026 20 de julho a 20 de agosto: Período para solicitar voto em trânsito (1º turno) 4 de outubro: 1º turno — votação das 8h às 17h 25 de outubro: 2º turno (se houver) Cargos em disputa: Presidente, governadores, senadores, deputados federais e estaduais 📲 Como consultar e regularizar Site: tse.jus.br → Autoatendimento Eleitoral Aplicativo: e-Título (iOS e Android) — gratuito; disponível apenas para títulos não cancelados Presencialmente: Cartório eleitoral da zona eleitoral de domicílio Telefone Justiça Eleitoral: 148 (gratuito) Atenção: o TSE não envia e-mails para informar cancelamento de título. Notificações por e-mail são golpe. ⚠️ Quem é obrigado a votar — e quem não é Obrigatório: Brasileiros alfabetizados entre 18 e 70 anos Facultativo: Jovens de 16 e 17 anos, maiores de 70 anos, analfabetos Não podem se alistar: Estrangeiros e cidadãos em serviço militar obrigatório Podem solicitar título a partir de: 15 anos (voto facultativo se completar 16 até 4/10)
Terras da Febem aguardam sanção para se tornarem 500 moradias populares em Ouro Preto

Aprovado na ALMG em dois turnos, projeto tem 60 dias para ser sancionado pelo novo governador MG O projeto de lei que destina as terras da antiga Febem à construção de 500 moradias populares em Ouro Preto já passou pelos dois turnos de votação na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Agora aguarda a sanção do governador do estado, que tem 60 dias para assinar a lei. O prazo começa a contar a partir da aprovação. O deputado estadual Leleco Pimentel, um dos autores do projeto, esteve em Ouro Preto nesta segunda-feira e cobrou a sanção durante o 21 de abril. Segundo ele, o governador estava presente na cidade para a cerimônia da Medalha da Inconfidência. “Se o governador não tiver altivez de fazer isso amanhã, na presença em Ouro Preto, devolver a Ouro Preto e à prefeitura para construir moradias, o presidente da Assembleia, Tadeuzinho, com quem conversei pessoalmente, vai sancionar essa lei”, disse Pimentel. Leleco adiantou ainda qual é o passo seguinte após a sanção: “Queremos o Ministério das Cidades recebendo o projeto para as 500 moradias e para também dar destinação à área para projetos de mobilidade e cuidado com o povo de Ouro Preto.” As terras da Febem ficam em uma área de quase 19 mil metros quadrados no entorno central de Ouro Preto, próxima à Rua Dom Helvécio, com acesso ao Jardim Botânico. O projeto prevê unidades habitacionais nas faixas 1, 2 e 3 do Minha Casa Minha Vida. Para Leleco, a destinação das terras começa a saldar uma conta antiga. “É impressionante como a dívida histórica que o Estado tem com Ouro Preto começa a ser paga. A Terra da Febem é um grande passo para essa dívida com o povo de Ouro Preto.”
Ouro Preto gerou 4 mil empregos formais em cinco anos e SINE chega ao 3º lugar no estado

Estoque de vagas com carteira assinada cresceu 21,5% entre 2020 e 2025; posto local fica atrás só de Uberlândia e BH entre 133 unidades de Minas Entre 2020 e 2025, Ouro Preto gerou aproximadamente 4 mil novas vagas de emprego com carteira assinada. O estoque de empregos formais no município passou de 16.624 para 20.197, um crescimento de 21,5% em cinco anos, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED). No mesmo período, o posto SINE do município saiu das últimas colocações entre os 133 postos de Minas Gerais e chegou à 3ª posição em número de vagas intermediadas, atrás apenas de Uberlândia e Belo Horizonte. “Quando assumimos a secretaria, Ouro Preto ocupava a penúltima colocação em Minas Gerais nos indicadores de intermediação de mão de obra. Hoje, com muito trabalho, planejamento e compromisso com resultados, alcançamos uma posição de destaque”, afirmou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Felipe Vecchia Guerra. O SINE de Ouro Preto conecta trabalhadores e empresas gratuitamente, com cadastro, análise de perfil e encaminhamento para entrevistas. Um diferencial apontado pelo coordenador do posto, Guilherme de Jesus, é a separação das vagas que não exigem experiência prévia — hoje são cerca de 200 oportunidades nessa condição. “A gente separa as vagas no quadro, para as empresas com experiência, e embaixo a gente coloca as que não precisam de experiência”, explicou. Quem busca emprego pode se cadastrar pelo Portal Emprega Brasil, pelo aplicativo Sine Fácil, pela Carteira de Trabalho Digital ou presencialmente na unidade. 📋 SINE Ouro Preto Endereço: Rua Padre Rolim, 661, 2º andar do Terminal Rodoviário, São Cristóvão Horário: Segunda a sexta, 8h às 17h Telefone: (31) 3559-3321 / 3551-0750 E-mail: sine.ouropreto@social.mg.gov.br Online: Portal Emprega Brasil ou app Sine Fácil
UFOP recebe R$ 6 milhões para campus de João Monlevade e apoio a estudantes vulneráveis

Recursos do MEC contemplam novas estruturas no Icea e assistência estudantil via Secadi