Rota da Liberdade confirma presença no primeiro feirão de empregos de Ouro Preto neste sábado

Evento acontece no dia 27 de junho, das 8h às 13h, no campus Morro do Cruzeiro; entrada gratuita
Procuradoria de Ouro Preto confirma manifestação judicial e situação continua na justiça

Procuradoria alega sigilo disciplinar e não prestará detalhes até fim dos procedimentos internos
Na história das Copas, um roteiro que se repete de paixões, nacionalismos e negócios

Alexandre Fernandez Vaz, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) A cada quatro anos, olhos, pensamentos e paixões do Brasil e de boa parte do mundo convergem para o mesmo ponto: a Copa do Mundo de futebol, que atrai mais interesse do que qualquer outro evento esportivo. Este ano não é diferente, mesmo com a seleção brasileira chegando ao torneio sem o costumeiro favoritismo, embora conte em seu plantel com atletas das principais ligas de futebol do mundo. Em 2026, além de colocarem à prova este ano suas condições de superatletas frente às condições atmosféricas desfavoráveis da crise climática da história, os jogadores da Seleção Brasileira e seus colegas de outras equipes eternizam nas batalhas campais da Copa uma história antiga de colonialismo. O historiador Eric Hobsbawm escreveu certa vez que, onde houve expansão imperial britânica, há modalidades esportivas. E o futebol moderno, inventado nas Ilhas da Grã Bretanha, é e sempre foi a joia da coroa. Mas é assim também com o atletismo, o rúgbi e o hóquei na África, Ásia e Oceania. O futebol particularmente está muito conectado aos locais onde as indústrias inglesas, ferrovias à frente, se instalaram. Era o lazer dos trabalhadores com a bola. Em seguida, vieram os clubes organizados, que passaram a promover o espetáculo. Esse fenômeno ganhou os quatro cantos do mundo, e não tardou para que a popularização do futebol ganhasse um momento de celebração mais efetivo, em 1930, com a primeira Copa do Mundo, disputada no Uruguai e vencida pela seleção local. Se naqueles anos o esporte como um todo ainda era bastante amador, o futebol já se colocava à frente como negócio, mas ainda carregava fortemente a expressão dos nacionalismos. E, muitas vezes, como palco de disputas políticas. Em 1938, na França, a vitória dos italianos foi celebrada em Roma como triunfo do fascismo no país governado por Benito Mussolini. Nacionalismo, guerras e Copa do Mundo Aspectos políticos jamais deixaram de permear ou mesmo de determinar a dinâmica dos Mundiais de futebol. A Alemanha, por exemplo, viveu as vicissitudes do nacionalismo no pós-guerra, depois que esse ganhara forma racista e bélica nos anos do nacional-socialismo. Mesmo com os triunfos de 1954 e 1974, vestir a camisa e cantar o hino alemão eram práticas malvistas, já que remetiam aos anos sob Hitler. Passada a Guerra Fria e alcançada a unificação do país, os alemães se permitiram identificar-se uns com os outros e com a nação, como aconteceu a partir do verão europeu de 2006, quando sediaram mais uma edição do evento. Mas os nacionalismos não param por aí. Depois da guerra dos anos 1990. Sérvia e Croácia têm boas equipes e possuem hoje colaboração diplomática estáveis, ainda que não sem tensões históricas que ficaram um tanto congeladas nos tempos que atletas de ambas nações atuavam pela Iugoslávia. Irã e Estados Unidos se confrontaram em 1998, na França, com relações rompidas, o mesmo acontecendo com o célebre encontro entre Inglaterra e Argentina, em 1986, no México, quando o fantasma da Guerra das Malvinas (1982) assombrava os platenses. A vitória comandada por Maradona até hoje é cultivada como revanche simbólica do massacre nas ilhas do Atlântico Sul. Ao sediar a Copa de 1978, a Argentina vivia sob ditadura militar, assim como em 2022 a realização do torneio no Qatar desconsiderou os muitos problemas com direitos humanos naquele país, o que incluía condições de trabalho degradantes e perseguições às mulheres. A exclusão de países das competições, como acontece agora com a Rússia, é arbitrariamente seletiva. Ao mesmo tempo, nada se cogitou em relação ao Brasil em 2022, apesar das centenas de milhares de mortes, por negligência governamental, durante a pandemia de Covid-19. Interesses comerciais nas Copas Combinam-se com os nacionalismos, que podem conter muita xenofobia e racismo, os interesses comerciais que, desde sempre, estão presentes nos eventos esportivos, em especial nas Copas do Mundo. Pelé, em 1970, retarda ligeiramente o começo de uma partida porque tem que amarrar as chuteiras, e o mundo observa de que marca são elas. No Mundial seguinte, ele aparece não mais como atleta, mas como garoto-propaganda. Em 1978, a edição argentina inaugura o uso massivo de tecnologias de comunicação. Na década seguinte, há a demarcação da presença definitiva dos patrocínios nos uniformes, mesmo que disfarçadamente. O próprio Brasil colocou um ramo de café no símbolo da CBF, aludindo ao produto nacional. Os interesses financeiros nunca tiveram dificuldade em combinar-se com práticas pouco ou nada democráticas. FIFA ignora tratamento dado pelos anfitriões a convidados Se há algo com o qual a FIFA pouco ou nada se importa é como as populações dos países-sede são tratadas, tampouco com que maneira os anfitriões recebem seus convidados ou se comportam fora de suas fronteiras. Eis que os EUA agem da pior maneira possível, sem que, no entanto, haja qualquer tipo de limite em favor do interesse esportivo. O principal árbitro da Confederação Africana, o somali Omar Abdulkadir Artan, teve seu ingresso no país barrado pelas autoridades locais. E a equipe iraniana sofre todo tipo de retaliação e constrangimento. Não deixa de ser bizarro, aliás, que enquanto os EUA bombardeiam o Irã, em uma guerra cujo único interesse é a expansão do domínio comercial e energético da nação mais belicosa do mundo, dispute-se em seu território um torneio de futebol em que ambos participem. Longe de representar a superação das guerras em nome do congraçamento e amizade entre os povos, a situação é só mais um sinal da indiferença frente ao sofrimento de povos inteiros. Além disso, uma vez mais se confirma que o esporte é um grande negócio que não pode ser interrompido. The show must go on, como já se disse. E a nós resta consumi-lo. Que se possa encontrar algum momento de verdade e positiva identificação nessa inverdade produzida como espetáculo. Alexandre Fernandez Vaz, Pofessor Titular, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) This article is republished from The Conversation under a Creative Commons license. Read the original article.
21ª Mostra de Cinema de Ouro Preto começa na quarta-feira com patrocínio municipal de R$ 150 mil

CINEOP acontece de 25 a 30 de junho; prefeitura contratou produtora diretamente por inexigibilidade
Mariana abre seleção de construtora para empreendimento habitacional pelo Minha Casa Minha Vida

Prazo para propostas vai até 9 de julho; município pode oferecer contrapartida financeira para reduzir entrada das famílias
Prefeitura de Mariana vai comprar imóveis para sede do CREAS e dois CRAS por R$ 2,88 milhões

O Conselho Municipal de Assistência Social de Mariana aprovou a destinação de R$ 2.889.273,11 para a compra de imóveis que vão abrigar três equipamentos da rede de proteção social do município: dois Centros de Referência de Assistência Social e um Centro de Referência Especializado de Assistência Social. A resolução foi publicada no Diário Oficial de Mariana nesta segunda-feira (22).
Os valores distribuídos são R$ 545.396,56 para o CRAS Cabanas I, R$ 1.005.510,90 para o CRAS Distritos e R$ 1.338.365,65 para o CREAS. Os recursos fazem parte de um total de R$ 3.647.694,70 destinados ao município pelo estado de Minas Gerais para o Plano Municipal de Melhoria do Sistema Único de Assistência Social no quadriênio 2026-2029.
A aquisição de imóveis próprios para os equipamentos da assistência social representa uma mudança relevante para as famílias atendidas. CRAS e CREAS funcionam frequentemente em espaços alugados ou cedidos, o que pode comprometer a continuidade e a qualidade do atendimento. Com sede própria, os serviços ganham estabilidade e condições de estrutura mais adequadas.
Prefeitura de Ouro Preto firma parceria de R$ 4,97 milhões com Fundação Aleijadinho para oficinas em escolas de tempo integral

Contrato de 36 meses dispensa chamamento público; prazo para impugnações vence nesta sexta-feira (27)
O que é evidência científica e o que é especulação sobre o El Niño que vem por aí

Regina Célia dos Santos Alvalá, CEMADEN; José Antônio Marengo, CEMADEN e Marcelo Seluchi, Universidad de Buenos Aires O El Niño é um fenômeno amplamente estudado e cada vez mais associado a impactos no clima e no meio ambiente em diversas áreas. Para este ano, a Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), uma das principais referências mundiais no diagnóstico e prognóstico do fenômeno, aponta uma probabilidade de 60% de desenvolvimento do “El Niño”, para o trimestre maio-junho-julho, chances que se elevam a mais de 90% a partir da próxima primavera, em setembro. Em outras palavras, é praticamente certo que o fenômeno se desenvolverá na segunda metade do ano. Atualmente vários jornais vêm noticiando a previsão de um El Niño de forte intensidade para o período 2026-2027. Mas é possível prever a intensidade do fenômeno com tanta antecedência? A verdade é que a previsão da intensidade do El Niño para a próxima primavera de 2026, atualmente, é motivo de especulações e, às vezes, de informações sensacionalistas. Os modelos acoplados de última geração permitem prever a evolução do El Niño com meses de antecedência, estimando as anomalias na temperatura do ar e seus possíveis impactos, o que possibilita a adoção de ações preventivas em áreas estratégicas. Por outro lado, modelos complexos que simulam o oceano e a atmosfera permitem prever, com antecedência de 1 a 3 meses, os possíveis impactos com precisão. Mas previsões com prazos maiores podem apresentar mais incertezas e levar a prognósticos incorretos. Primeiras observações do El Niño No século XIX, pescadores do norte do Peru e do Equador observaram, em algumas ocasiões próximas ao Natal, que um aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico Equatorial impactava a pesca, o que foi interpretado como um “sinal” para deixar de trabalhar e celebrar o nascimento do “El Niño” Jesus, dando, assim, nome ao fenômeno. Mais tarde, na década de 1920, o cientista Gilbert Thomas Walker (1868-1958) identificou que este fenômeno estava associado a diferenças na pressão atmosférica observadas entre regiões do Oceano Pacífico, bem como a mudanças na velocidade dos ventos na região equatorial, que, por sua vez, alteravam as correntes oceânicas que regulam a temperatura do mar. A partir da década de 1980, o fenômeno passou a ser extensamente estudado, após o El Niño intenso de 1982-83. O que é El Niño? El Niño é um fenômeno climático-oceânico que ocorre no Oceano Pacífico tropical, quando as águas da região equatorial centro-leste do oceano ficam mais quentes do que o normal. Ele faz parte de um ciclo natural chamado El Niño – Oscilação Sul (ENOS) e pode afetar o clima em todo o mundo. Neste ciclo ENOS, o oposto do El Niño é a La Niña, que consiste no resfriamento das águas superficiais no centro-leste do Oceano Pacífico tropical. Na América do Sul, o ENSO também causa alterações na precipitação e na temperatura, embora de forma distinta em cada região. Entre os vários impactos do El Niño, destacam-se o aumento das chuvas no sul do Brasil e ao longo do litoral do Peru e do Equador; secas na Amazônia e no Nordeste brasileiro; maior frequência de ondas do calor no centro do Brasil; menor frequência de furacões no Atlântico Norte; e aumento das temperaturas globais. Grandes secas na Amazônia ocorreram durante anos de El Niño: 1877-79, 1925, 1972-73, 1983, 1986, 1992-93, 1998, 2010, 2015-16 e 2023-24. No entanto, secas também ocorreram na ausência do El Niño, como em 1963 e 2005 na região amazônica e em 2012 no Nordeste do Brasil, estas relacionadas à variabilidade da temperatura da superfície do mar (TSM) no Atlântico tropical Norte. Estudos conduzidos na década de 1990 precisam ser atualizados, considerando o El Niño e a nova realidade das mudanças climáticas. Além disso, o monitoramento contínuo torna-se fundamental para compreender o que está acontecendo no presente e, portanto, o que pode acontecer no futuro. El Niño e desastres relacionados ao clima O El Niño não causa desastres climáticos diretamente, mas aumenta ou reduz a probabilidade de eventos extremos no Brasil, o que permite subsidiar a elaboração de previsões de risco com antecedência. Chuvas intensas ou ondas de calor podem ocorrer com ou sem atuação do El Niño, embora o estabelecimento deste fenômeno possa aumentar as chances e os impactos, como aconteceu em 2023 e 2024, quando eventos combinados de calor e seca intensificaram a quantidade de incêndios de vegetação na Amazônia e no Pantanal, e quando mais de 200 botos-cor-de-rosa morreram devido ao estresse térmico. No Sul do Brasil, inundações generalizadas impactaram o estado do Rio Grande do Sul na primavera de 2023 e no outono de 2024. Ressalta-se que os riscos de desastres dependem não somente da ameaça de fatores climáticos extremos, mas também da exposição e da vulnerabilidade da população, bem como da capacidade de proteção e das ações de mitigação. El Niño em 2026-2027 Atualmente, a previsão indica que haverá a atuação de um novo El Niño entre a primavera de 2026 e o verão de 2027. Mas no momento as previsões sobre a sua intensidade ainda carecem de confiabilidade. Segundo fontes oficiais e autorizadas, atualmente há 25% de chance de ocorrer um El Niño de intensidade forte e outros 25% de probabilidade de se configurar um fenômeno de intensidade muito forte, o que ocorre quando a temperatura na porção central do Oceano Pacífico supera em mais de 2°C o valor normal. Contudo, o Instituto Internacional de Pesquisa em Clima e Sociedade (IRI), outro dos institutos internacionais mais renomados no tema, destaca que as previsões feitas nesta época do ano apresentam alta incerteza quanto à intensidade do ENOS. Desta forma, será necessário aguardar até o próximo inverno para dispor de previsões mais precisas sobre a intensidade e os possíveis impactos do El Niño em desenvolvimento. Finalmente, é importante ressaltar que a previsão climática sazonal para o trimestre de maio a julho não indica uma influência clara do El Niño nas precipitações no Brasil. Outro aspecto relevante é que não há relação direta entre a intensidade do fenômeno e a gravidade
Menos horas, mais vida: debate sobre escala 5×2 também envolve mudanças climáticas e desigualdade

Carol Tomaz, Universidade de Brasília (UnB) A proposta de reduzir a jornada de trabalho voltou ao centro do debate público brasileiro. Mas, além das discussões sobre produtividade, custos e competitividade, existe uma pergunta que raramente aparece nesse debate: o que a jornada de trabalho tem a ver com a crise climática? Nas últimas semanas, discussões sobre o fim da escala 6×1 e a adoção de modelos que garantam mais tempo de descanso mobilizaram sindicatos, empresários, parlamentares e milhões de trabalhadores. Grande parte das análises tem se concentrado nos impactos econômicos da medida: empresas conseguirão se adaptar? A produtividade cairá? Os custos aumentarão? Mas reside aí um outro ponto pouco discutido, para além da questão da saúde e do bem estar dos trabalhadores: o que a jornada de trabalho tem a ver com a crise climática? À primeira vista, nada. Afinal, trabalho, produtividade e mudança do clima costumam ser tratados como temas separados. No entanto, um relatório internacional lançado recentemente sugere exatamente o contrário. O Global Justice Report, elaborado por uma coalizão internacional de pesquisadores ligados ao World Inequality Lab, de Thomas Piketty, propõe um caminho para enfrentar simultaneamente três dos maiores desafios do século XXI: a emergência climática, a desigualdade extrema e a perda de qualidade de vida. E uma das conclusões mais provocativas do estudo é que trabalhar menos pode ser parte da solução. Isso porque vivemos em uma época de enorme capacidade produtiva. Hoje, a tecnologia permite produzir mais alimentos, mais bens e mais serviços do que em qualquer outro momento da história. Além da inteligência artificial que avança rapidamente e a automação com as máquinas que substitui tarefas repetitivas. Com isso, a produtividade cresce em diversos setores. Diante desse cenário, seria razoável imaginar que, com esses avanços, as pessoas estariam trabalhando menos e desfrutando mais tempo livre. E essas novas variáveis deveriam entrar na equação de como estamos nos organizando economicamente. Mas não é isso que acontece. Em muitos países, inclusive no Brasil, milhões de pessoas continuam enfrentando jornadas longas, deslocamentos exaustivos, dificuldade para conciliar trabalho e família e uma crescente sensação de falta de tempo. Paradoxalmente, quanto mais produtiva a economia se torna, mais escasso parece ser o tempo, e o relatório parte justamente dessa contradição. Ele propõe que em vez de utilizar os ganhos de produtividade para ampliar continuamente a produção e o consumo, empregadores poderiam direcionar parte desses ganhos para algo cada vez mais raro: oferecer tempo livre. Tempo para cuidar dos filhos, dos pais idosos, da própria saúde, da participação comunitária, do aprendizado e do descanso. Conceito de suficiência Mas o que isso tem a ver com o clima? A resposta está no conceito de suficiência. Em termos simples, uma economia que depende menos da expansão contínua da produção e do consumo tende a exigir menos extração de recursos, menos energia e menos emissões para sustentar o bem-estar da população. Durante décadas, as estratégias econômicas foram construídas em torno de uma lógica simples: crescer continuamente. O que significa: produzir mais, consumir mais, e extrair mais recursos. Expandir mais mercados. Essa lógica ajudou a gerar riqueza, mas também contribuiu para a crise climática, para a perda de biodiversidade e para o aumento das desigualdades. O Global Justice Report propõe outra pergunta: quanto é suficiente para garantir uma vida boa para todos? Por mais que a mudança de pergunta pareça pequena, ela altera profundamente a forma como entendemos desenvolvimento. Já que em vez de perseguir o crescimento material infinito, a proposta é garantir que todas as pessoas tenham acesso a condições dignas de vida dentro dos limites ecológicos do planeta. Nesse cenário, prosperidade deixa de ser sinônimo de acumulação permanente e passa a ser medida pela capacidade de viver bem. O relatório mostra que essa transição não depende apenas de energias renováveis ou tecnologias mais eficientes. Ela exige mudanças na forma como distribuímos renda, riqueza e também tempo. Carol Tomaz, Doutoranda em Novas Economias e Inovação Social, Universidade de Brasília (UnB) This article is republished from The Conversation under a Creative Commons license. Read the original article.
Santa Casa de Ouro Preto realizará nove cirurgias bariátricas pelo SUS em pacientes do ambulatório municipal

Procedimentos são resultado de um ano de acompanhamento no Ambulatório de Obesidade e Síndrome Metabólica, que já atendeu 950 pessoas